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5 Sugestões de vinhos para harmonizar na sua Páscoa por menos de R$ 50!

sexta-feira, 07 de abril de 2017

Está chegando a hora da tradicional bacalhoada, prato típico da Páscoa que enche os olhos e da água na boca de todos que apreciam o prato. Que tal combinar vinhos com a sua receita? O Sommelier Elias Lima sugere o seguinte: “Se a receita é mais seca, indico um vinho tinto, para dar força ao prato. Se é banhada no azeite ou com algum molho, passa a ser ideal um branco ou um verde”.

Sugestões de vinhos para acompanhar peixes e saladas:

Vinho Chileno Alma Tierra Carignan, garrafa 750ml por R$ 46,90

Uma grande descoberta chilena. O Carignan é um vinho macio, muito fácil de beber, com surpresas agradáveis aos paladares exigentes. Preserva a cultura do Chile e valoriza seu terroir. Excelente custo x benefício.

Vinho Espanhol Toro Loco Tempranillo, garrafa 750ml por R$ 34,90

Toro Loco Tempranillo 2014 é um tinto gostoso de beber, frutado, leve, fresco e macio. Com um estilo diferente da escola tradicional espanhola, esse exemplar foca na expressão da uva, sem qualquer influência de carvalho. Ideal para compartilhar com a família e os amigos, esse grande sucesso de vendas, conquistou os mais diversos paladares.

Vinho Nacional Marcus James Riesling, garrafa 750ml R$ 25,90

Muito equilibrado entre sua acidez e doçura, o gaúcho Marcus James Riesling pode ser harmonizado com carnes brancas, peixes, massas com molhos brancos e queijos suaves.

Receita de Bacalhoada Portuguesa à Moda Brasileira

Como fazer bolinho de bacalhau

Espumante Garibaldi Brut, garrafa 750ml por R$ 24,90

Com aromas encantadores, com toques frutados, lembrando acerola e lima, e um delicado e nítido aroma mineral, o Espumante Garibaldi Brut é ideal para acompanhar canapés, saladas, sopas, peixes leves, frutos do mar, queijos e patês.

Os benefícios do bacalhau para a saúde

Espumante Garibaldi Prosecco Brut, garrafa 750ml por  R$ 32,90

Esse é poderoso! Excelente para uma roda de bate-papo, aquelas de fim de tarde entre familiares e amigos. Combina com canapés, saladas, sopas cremosas, peixes leves, frutos do mar e queijos.

Todas as sugestões você encontra na Av. Mestra Fininha, 1252 no Jardim São Luiz.

Ofertas por tempo limitado. Consulte disponibilidade na loja.

Fonte: Revista Adega / Vinícola Aurora / Vinícola Garibaldi


10 motivos para beber vinho brasileiro!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Te damos 10 motivos pelos quais você deveria estar bebendo um vinho brasileiro agora!

vinho-brasileiro

1. Vinho tinto brasileiro é mais saudável

Muita gente já sabe que o resveratrol é um polifenol responsável pelo benefício dos vinhos. Seja como um potente antioxidante e antiinflamatório, ou proteger os neurônios e inibir o desenvolvimento de tumores, a substância traz ao vinho um prazer a mais: ser saudável.

Mas por que o vinho brasileiro é mais saudável?

Porque é comprovado que o produzido na Serra Gaúcha é o segundo no mundo com a maior quantidade de resveratrol e, sendo a Merlot uma casta de grande feição pelo sul do país, os vinhos produzidos com ela são os que apresentam maior teor da substância, seguidos pela Tannat e Cabernet Sauvignon.

2. Vinho brasileiro parece do Velho Mundo

Se fosse preciso definir o vinho brasileiro em poucas palavras, é certo que “diverso” estaria entre as finalistas. De modo geral, podemos dizer que a maioria deles se aproxima mais do Velho Mundo do que do Novo (mesmo sendo do Novo Mundo).

Antes que nos pergunte o porquê, explicamos: pela rusticidade, que vem de notas terrosas e animais, além do café que sempre se faz presente, seja ele no aroma, ou à boca, afinal, quer coisa mais brasileira que café?!

Não é raro compararem os vinhos brasileiros com os da Itália. Talvez a influência da imigração tenha sido maior do que imaginamos, né? E quanto mais para o sul, mais parecidos eles são (não só porque é onde tem mais italianos, mas também pelo clima mais frio, que as uvas tanto gostam).

3. Nossos espumantes estão entre os melhores do mundo

Com a contribuição do clima e do terroir, nossos espumantes ficam cada vez mais reconhecidos e bem aceitos no mercado. O blogueiro e escritor Didú Russo, afirma com propriedade: “O segredo é que o nosso espumante tem qualidade e preço baixo, e o consumidor percebe isso. A outra razão é que o exemplo da comparação de qualidade e preço, dos espumantes nacionais em comparação com importados, não tem o mesmo paralelo com os vinhos finos tranquilos, que são caros (os brasileiros finos comuns) quando comparados no mesmo nível de qualidade com os importados.”

A categoria de espumantes é a que mais cresce há anos, bem acima dos demais vinhos nacionais. Aliás, não é todo espumante que recebe elogios sobre qualidade e potencial dos enólogos de Champagne… E o nosso, recebe!

4. Vinho brasileiro tem acidez – bom para o calor, bom para harmonizar

Dizem que o Chile tem altitude, a França tem o melhor dos solos, a Espanha tem o sol que faz seus tintos tão amados. E o Brasil? Se tem algo que marca os vinhos brasileiros, é o frescor… A acidez!

Com o clima temperado, a brisa que vem do litoral e o frio que chega (do nada) à noite, as uvas por aqui amadurecem com leveza. Seja nos brancos ou nos tintos, em vez de frutas maduras, temos vinhos refrescantes, de frutas jovens.

E isso é muito bom! A acidez é uma das coisas mais importantes para os vinhos, principalmente na hora de harmonizar. Sabe quando se diz que um vinho é gastronômico? Quer dizer que ele tem acidez, pois ela é (no mínimo) necessária para combinar com a gordura das carnes, com o leve azedinho dos molhos e os melhores dos acompanhamentos.

Mas não é bom só para comer, não. Esse frescor todo combina muito com o Brasil – pense nas praias, varandas e piscinas; pense no calor dos verões (e dos invernos também, por que não). É ou não é disso que a gente precisa?

5. O Brasil tem um bom terroir!

Ao contrário do que muitos afirmam, o Brasil tem, sim, terroir para produzir bons vinhos. E são, inclusive, bem diversificados, gerando vinhos de vários estilos.

E o chão é um dos nossos trunfos. Grande parte da região sul do país, do Paraná ao Rio Grande do Sul, foi recoberta por derrames basálticos muito antigos. Os solos, então, têm base basáltica com variações de composição em cada área, combinadas a camadas argilosas, arenosas ou graníticas.

Em geral, esses solos (pobres em nutrientes) permitem a penetração das raízes para buscar o que precisam nas camadas mais profundas e limitam a produtividade – isso gera menos uvas, mas elas vêm mais concentradas, com mais qualidade.

Dizem que para dar bons vinhos, as vinhas precisam sofrer, já ouviu falar? É justamente desses terrenos, combinados aos diferentes microclimas do Brasil, que as vinhas precisam!

6. Tem vinho brasileiro para todos os gostos

Vinho branco, rosé, tinto, espumante e até icewine. É mole? E não para por aí, tem de todos os estilos. Tem os mais simples para o dia a dia, tem mais requintado, tem os que fazem jus ao Novo Mundo, tem aqueles que preferem as tradições do Velho, tem premiado, tem leve e fresco, tem encorpado, tem de altitude, tem “natureba”, tem de grandes vinícolas, tem de pequenas, tem de micros e até garagens, tem do sul, tem do nordeste…. Ufa, tem de tudo quanto é tipo!

Qual é o seu? Escolha um e certamente encontrará um vinho para você. Isso sem falar que, atualmente, existem mais de mil vinícolas no Brasil. Alguma delas, apostamos, deve fazer um vinho que agrade ao seu paladar.

7. Todas as regiões do Brasil têm vinho (ou quase todas…)

A maioria delas está no sul, mais especificamente no Rio Grande do Sul, mas isso você já sabe. Apesar disso, temos cultivo de variedades européias e produção de vinhos de qualidade em praticamente todas as regiões do país (com exceção do norte).

No sul, todos os estados entram no jogo. O Rio Grande do Sul é aquele que carrega toda a tradição e peso da vitivinicultura nacional, distribuídas entre as principais regiões – Serra e Campanha Gaúcha -, mas também outras menos populares. Santa Catarina desponta como um dos grandes produtores nacionais, com destaque à Serra Catarinense, principal região para os vinhos de altitude no Brasil, e o Paraná, por outro lado, tem produção ainda recente.

Mais acima, o principal estado produtor do sudeste é Minas Gerais, que começou com uma pequena vinícola em Três Corações e assiste o crescimento do número delas por lá. Se Goiás chama a atenção do potencial de seus terras com uma pequena vinícola em meio ao centro-oeste, Pernambuco e Bahia, às margens do São Francisco, parecem ser os contrarregras (representam um desafio por si só pelo fato de ser uma das poucas regiões a produzir muito fora dos paralelos 30-50, os mais indicados para a videira, isso sem falar nos avanços tecnológicos que representou ao setor).

8. Vinho brasileiro é “alternativo”

Enquanto todos os “enochatos” estão lá, falando de vinhos franceses, espanhóis e italianos, você é o ponto fora da curva. Não que você não possa beber esses vinhos, mas não precisa simplesmente desprezar os nacionais só por isso, né?

Pense nos vinhos brasileiros como aqueles que começam devagar, escondidinhos, joias pouco conhecidas. É como aqueles cantores da Inglaterra que quase não tinham dinheiro ao lançar o primeiro CD (pela internet) e logo esgotam os ingressos para os grandes festivais do mundo.

Qual é a vantagem de conhecer desde já? Quando chegar a hora, e os preços aumentarem, e os vinhos ficarem cada vez mais difíceis de encontrar, você já saberá do que gosta e por que gosta. Nossa dica: aproveite!

9. É o vinho do seu país

Não é questão de patriotismo… Mas é inevitável pensar nisso: cada garrafa de vinho brasileiro que você abre é a melhor maneira que pode incentivar a produção nacional.

E quanto mais gene trabalhando nisso, melhor. Sabe por quê? Porque teremos mais gente comprando vinhos nacionais, mais gente investindo, mais gente estudando e melhorando os processos.

Atualmente, o maior desafio dos vinhos brasileiros é o preço – ainda falta diminuir o custo da produção para que sejamos ainda mais competitivos no cenário mundial. A melhor maneira de ajudar? Bebendo mais vinho verde-amarelo!

10. Vinho brasileiro é bom, simples assim

Foi-se o tempo em que vinho brasileiro era feito exclusivamente com uvas americanas, com processos rústicos e, ainda por cima, eram suaves (levavam açúcar e perdiam as características da uva).

Na década de 1990, com a abertura do mercado nacional aos importados, as vinícolas brasileiras, que se encontravam praticamente em estado de estagnação (assim como todos os outros segmentos da nossa economia), tiveram que correr atrás do prejuízo.

Importamos as variedades européias europeias, modernizamos as nossas vinícolas e aprendemos a fazer vinhos finos. Hoje, passadas mais de duas décadas, já temos qualidade para competir com vinhos de todo o mundo.

Fonte: Sonoma



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