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5 cervejas especiais por menos de R$ 12 (cada) para a Páscoa

terça-feira, 11 de abril de 2017

Já fizemos um post sobre como harmonizar vinhos com pratos típicos da Páscoa por menos de R$ 50, agora você confere uma lista de cervejas que vão combinar com a Páscoa e não vão lhe custar mais que R$ 12 (cada)!

1. Áustria Summer Ale, garrafa de 500ml por R$ 11,99

Com gradação alcoólica de 5,1%, a Áustria Summer é surpreendentemente aromática e saborosa. Seu lúpulo tem origem na Austrália, tem amargor médio e combina perfeitamente com nosso clima quente, pois é muito refrescante! Harmoniza com saladas, frutos do mar e pratos levemente condimentados, uma excelente pedida para combinar com as iguarias da Páscoa.

2. Capitão Senra, garrafa de 600ml por R$ 11,90

Uma cerveja lager de coloração dourado, espuma cremosa e branca, produzida com lúpulos especiais (características excelentes para começar um bom papo). A Capitão Senra é ótimo para acompanhar os famosos tira-gostos como amendoins, castanhas de caju, batata frita, peixe frito, casquinha de siri, cheddar, acompanha muito bem uma salada de folhas e carnes assadas de frango, suínas, bovinas e linguiças.

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3. Backer 3 lobos Exterminador de Trigo, garrafa de 600ml por R$ 11,49

Com baixo amargor, a Exterminador da cervejaria Backer, é refrescante e levemente picante. Bebida ideal para acompanhar pratos leves, pouco temperados. Harmoniza com pão francês comum, batata frita, salsicha aperitivo, salada de folhas, salpicão, frango assado e frito, capivara, salsicha e linguiça de porco, chouriço, arroz e feijão, peixe frito.

4. Cerveja Colorado Appia, garrafa de 600ml por R$ 10,98 (preço promocional)

Colorado Appia é feita basicamente de água, cevada, trigo maltado, lúpulo e fermento ingleses, com processo de fabricação médio de 28 dias. Tem um sabor levemente adocicado, por receber mel de laranjeira em sua composição, deixando um aroma deliciosamente cativante. Harmoniza com ceasar salad, frango assado, lombo defumado, salsicha e linguiça de porco, arroz e feijão, comida mexicana e chinesa, camarão frito, caranguejo, atum, truta, peixe frito, lagosta, torta de limão.

5. Áustria Export Puro Malte, garrafa de 355ml por R$ 6,49

Cerveja típica da região de Dortmund, na Alemanha, essa cerveja de baixa fermentação é dourada, encorpada e apresenta amargor e sabor de malte inconfundíveis. Para que está se aprofundando no mundo cervejeiro, esta é ideal para despertar seus sentidos. Harmoniza com saladas, peixes e petiscos.

Você encontra todas estas cervejas na Center Pão Loja 1, Av Mestra Fininha, 1252 no Jardim São Luiz. As ofertas são por tempo limitado e sujeito a disponibilidade de estoque.

Fontes: Cervejaria Krug / Backer / Colorado 


Já ouviu falar em harmonização de azeites?

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Harmonização de azeite é a arte de se combinar azeites com alimentos. Vamos lá?

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Começamos, então, pela regra número um: “Esqueça os conceitos de harmonização de vinhos”. Azeites, ao contrário dos vinhos, devem sempre se harmonizar por similaridade, e nunca por contraste. A explicação para isso é simples: o azeite e o alimento são ingeridos ao mesmo tempo, portanto, contrastes sensoriais podem alterar completamente o sabor do prato e torná-lo até desagradável.

Além disso, diferente dos vinhos, azeites devem ser consumidos jovens. Prefira os com menos de 12 meses. Luz e oxigênio causam, ao longo do tempo, perda aromática e oxidação do azeite, por isso embalagens escuras garantem a qualidade por mais tempo. Poucos são os azeites que resistem bem ao envelhecimento, conseguindo desenvolver notas amendoadas.

Bem, a regra básica é harmonizar o tipo de azeite com o tipo de prato, visando encontrar a intensidade do azeite necessária para ressaltar as qualidades do prato, sem, no entanto, mascarar os seus sabores.

O segundo passo para uma harmonização bem sucedida é a escolha adequada do tipo de azeite. Vale lembrar que a acidez, determinada pelas fases de colheita e extração, é o parâmetro fundamental na classificação desse precioso óleo. Azeites extravirgem são aqueles com menos de 0.8% de acidez, enquanto os ditos virgens tem acidez entre 0,8% e 2% e os refinados mais de 2%.

O tipo de azeite determinará o momento da sua utilização no prato. Azeites de oliva, geralmente menos aromáticos e mais neutros, devem ser preferidos na fase inicial de preparação (refogados, frituras e marinados), quando o azeite é usado como um catalisador do processo de cocção e não exatamente como um ingrediente do prato. Já os azeites virgens e extra-virgens, extremamente aromáticas, são utilizados no momento da finalização dos pratos ou em preparações cruas. É exatamente deles que iremos falar aqui!

Virgens e extravirgens

  • Alimentos salgados, temperados e aromáticos (peixes, queijos, cogumelos, crustáceos): Prefira azeites frutados e maduros, com notas de amêndoas e nozes, típicas de azeitonas maduras.
  • Para pratos fortemente temperados (pizzas, risotos, defumados), amargos ou picantes (rúculas, agrião, radicchio, fígado, berinjela, pão italiano), a dica é harmonizá-los com azeites verdes, ou seja, jovens, que vem acompanhado de notas picantes e levemente amargas.
  • Que tal finalizar uma mousse de chocolate meio amargo com um fio de azeite jovem? Esta “picância” agradável do azeite origina uma leve sensação de calor na garganta.
  • Se estivermos diante de pratos delicados, levemente adocicados (saladas de alfaces, tomates, peixes leves), ou mesmo crus, devemos finalizá-los com azeites leves, doces ou maduros.

Agora, você deve estar se perguntando: “Como saber se o azeite que estou comprando tem a característica que busco?” Nem sempre esta tarefa é muito fácil, pois nem todos os azeites contêm em seus rótulos descrições aromáticas. A dica, neste caso, é a mesma que para vinhos. Experimente e procure sempre por novidades!

Por Thaisa Sampaio, Sonoma.


As cervejas indicadas para cada etapa do seu jantar

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Aprenda a harmonizar cerveja com entradas, pratos principais e sobremesas.

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Cerveja é uma bebida sem frescura e combina perfeitamente com uma mesa de bar. Mas, de uns anos para cá, ela se sofisticou e mudou de status. A variedade de estilos e sabores é quase tão grande quanto a do vinho. Nesta nova temporada, o grande barato é servi-la com refeições caprichadas sem perder o refinamento ou estragar o paladar. Sim, você pode harmonizar cerveja com entradas, pratos principais e sobremesas. Aqui, mostramos parcerias infalíveis.

De onde vem o sabor da cerveja

Malte: é a cevada germinada e depois seca – processo que deixa o grão doce (a fermentação do açúcar é o que produz o álcool). Pode ou não ser torrado. Maltes claros têm notas de pão ou nozes; os escuros, de tostado, café e chocolate.

Lúpulo: botão de flor que atua como conservante, é o responsável pelo amargor da cerveja e também por aromas herbais e florais.

Fermento: os fermentos lager têm pouca influência no sabor; já os ale emprestam à bebida aromas complexos de frutas e especiarias.

Um cardápio harmonizado com a bebida

A bebida e o prato não podem brigar nem roubar a cena um do outro. Receitas delicadas devem ser acompanhadas por cervejas de sabor igualmente sutil. Preparações mais fortes pedem uma cerveja cheia de personalidade.

Pense em cervejas claras e leves como vinho branco – elas geralmente vão bem com peixes – e em cervejas escuras e robustas como vinho tinto, combinando com carnes marcantes. De forma geral, doce combina com doce, ácido combina com ácido. E, quanto maior o amargor da cerveja, mais potência aromática precisa ter a comida para não ser ofuscada. Todas essas regras têm exceções. Quebre-as sem cerimônia. Experimente à vontade e crie suas harmonizações.

O cardápio completo

Paras entradas

Bierland

Salame, copa, presunto defumado… Esses petiscos precisam de uma cerveja com potência para não parecer água ao lado de sabores tão intensos. Faça como os alemães e escolha uma bebida escura e forte, como a bock. A Bierland (600 ml), feita em Blumenau, tem tons avermelhados por causa do malte torrado.

Paulaner

As cervejas de trigo têm o frescor e a acidez ideais para combinar com uma saladinha verde. Experimente esta Hefeweizen alemã, quase sem amargor, com deliciosos aromas que lembram banana e especiarias, como cravo. A Paulaner (500 ml) é uma boa opção.

Leffe Blonde

Sopas cremosas, de sabor suave e levemente adocicado, como as de mandioquinha ou de abóbora, pedem cervejas claras e com pouco amargor. Tente bebidas ao estilo belga, aromático e algo doce (e bem alcoólico). A belga Leffe Blonde (330 ml) é fácil de achar e tem bom preço.

Heineken

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A sabedoria de boteco nos ensina que petiscos fritos são par ideal para cervejas leves e refrescantes. Uma pilsen gelada é a pedida aqui. Então, deixemos os rótulos caros para mais tarde. A Heineken (600 ml) é feita apenas com malte (outras usam também arroz e milho) e não tem conservantes.

Para os pratos principais

Chimay Rouge

Carnes grelhadas têm sabor intenso e precisam de uma cerveja com estrutura. Bebidas escuras e fortes são as mais indicadas. Experimente a belga Chimay Rouge (750 ml), do estilo dubbel. Ou peça uma pilsen gelada: não vai combinar, mas também não vai matar ninguém.

Brooklyn Sorachi Ace

A delicadeza do peixe não pode ser atropelada por uma bebida encorpada ou amarga demais. Pilsen e cervejas de trigo caem bem, mas experimente a americana Brooklyn Sorachi Ace (750 ml). Feita com um raro lúpulo japonês, tem aromas cítricos e não é amarga.

BrewDog 5 A.M. Saint

Pratos com sabores que não são delicados nem fortes demais, como espaguete ao sugo, combinam com a amber ale, estilo inglês que vai pelo mesmo caminho: é âmbar, não é clara nem escura. Prove a Brew Dog 5 A.M. Saint (330 ml).

Colorado Indica

Misturar pratos orientais picantes com india pale ale – tipo de cerveja amargo e alcoólico – é um clássico. O amargor atenua a ardência da pimenta, que por sua vez faz a cerveja parecer menos amarga. Um bom exemplo do estilo é a Colorado Indica (600 ml), de Ribeirão Preto (SP).

Para as sobremesas

Guinness

A cerveja stout, escura por causa do malte torrado, forma uma dupla tradicional com doces que levam café. O tiramisu combina com a Guinness (400 ml), cerveja irlandesa que parece forte, mas é menos alcoólica que a pilsen).

Baladin Xyauyù

Doces muito doces, como brasileiros e portugueses, não vão bem com cerveja. A não ser que ela seja quase um licor, como a barley wine, estilo de origem inglesa que não tem gás, é doce e muito alcoólica. A italiana Baladin Xyauyù Argento (500 ml) é cara, mas vale cada gole.

Backer 3 Lobos Exterminador

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A bebida deve ter um bom grau de acidez para fazer par com doces à base de frutas cítricas, como torta de limão. Assim são as cervejas de trigo, com baixo amargor, ideais para combinar com açúcar. A Backer 3 Lobos Exterminador (355 ml), é uma opção.

Wäls Petroleum

Chocolate escuro, pouco doce, harmoniza com cervejas negras, alcoólicas e licorosas. O estilo imperial stout preenche esses requisitos. Melhor ainda se a bebida tiver cacau na fórmula, como a mineira Wäls Petroleum (375 ml).


Harmonização de vinhos com pratos populares

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Para os apreciadores de uma boa comida brasileira que não querem abrir mão de um bom vinho, separamos algumas “provas” de que é possível fazer essa combinação.

Churrasco

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A carne do churrasco, em geral, tem gorduras (é só lembrar da picanha, da lingüiça…) e quando comemos a carne, nossa boca fica “engordurada”. O vinho tem a propriedade – dentre outras – de adstringência. Ou seja, ele “lava” a nossa boca. Por isso, recomendamos vinhos mais “adstringentes” para o churrasco. Além disso, se for um vinho mais tânico, ele vai contrastar com o sal da carne, trazendo um sabor mais gostoso no final da experiência.

Cabernet Sauvignon, Tannat, Nebbiolo, Baga, Petit Verdot, Sangiovese Grosso – são algumas das uvas mais tânicas, devido às cascas mais grossas e sementes maiores.

Hambúrguer

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A uva de origem croata chegou ao Chile e até ao Brasil, mas foi a Califórnia que assumiu como seu lar adotivo. Pensando por esse lado, até que a harmonização de Zinfandel com hambúrguer poderia ser considerada clássica (entra no “hall” das regionais), mas não é todo enófilo que está aberto a beber vinho junto com o prato, muitas vezes considerado simples. Parecem ter nascido um para o outro: hambúrguer e Zinfandel ambos são suculentos, cheios de especiarias e muito saborosos.

Costela ao molho barbecue

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Para combinar perfeitamente com o agridoce do molho barbecue, a opção escolhida é vinhos Carbernet Sauvignon e Merlot.

Feijoada

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Com acidez suficiente para segurar o peso de uma feijoada com todas as carnes que tiver direito, os espumantes são os mais indicados para o prato tipicamente brasileiro (ainda melhor se for um vinho nacional!). Os rosés costumam ter um pouco mais de corpo e estrutura do que os brancos, e por isso são ainda mais adequados.

Coxinha

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Salgadinhos, coxinhas, risoles… Petiscos! Quem é que não gosta? Sempre protagonizando as mesas de happy hour, de aniversário, ou do bate papo no bar. Geralmente são acompanhados de cerveja, mas experimente dar lugar às borbulhas de um espumante brut ou Prosecco. Frescos, leves, com boa acidez para equilibrar a gordura das friturinhas, eles são uma alternativa excelente de harmonização. Pelo menos uma vez na vida, você precisa trocar a boa e velha cervejinha por um espumante na hora dos petiscos.


Dia da Pizza! Aprenda a harmonizar vinhos com pizza

terça-feira, 07 de julho de 2015

Comer pizza é praticamente um hábito semanal de boa parte dos brasileiros, principalmente nessa época mais fria do ano. Então, nada melhor que associar a um bom vinho.

Listamos seis sabores de pizza e tipos vinhos para acompanhar.

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Pizza de Mussarela – Merlot ou Chardonnay

Se prefere os tintos, vá para um Merlot da Serra Gaúcha; se prefere os brancos, o ideal é um Chardonnay mais encorpado e com notas amanteigadas.

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Pizza de Atum – Vinhos Rosé

Vinho rosé, com corpo e estrutura de um tinto, mas notas frescas de um branco, o atum tem sabor forte e não é nem um pouco leve.

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Pizza de Quatro Queijos – Pinot Noir ou Espumante

Gorgonzola, parmesão, mussarela e catupiry. É dessa intensa e harmoniosa combinação que nasce a pizza de quatro queijos. Pinot Noirs que não passaram por madeira são o tintos ideais; agora, tente com um espumante e verá como a borbulha deles limpam o paladar como nenhum outro vinho.

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Pizza de Rúcula – Sauvignon Blanc

É a mais leve das pizzas. Seus toques herbáceos se sobressaem a qualquer outro sabor – mas, claro, sem deixar de ser uma pizza. Leveza, notas herbáceas, acidez…

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Pizza de Frango com Catupiry – Vinho rosé ou Pinot Noir

Os vinhos rosés são perfeitos, assim como são os Pinots. Corpo leve e boa acidez são duas características que acompanham os dois – e são mais do que necessárias para uma harmonia perfeita.

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Pizza de Palmito – Chardonnay

Quando ao queijo da pizza o palmito se funde, fica ainda mais macio do que já é por natureza. E o ingrediente, levemente salgado, domina o prato com seus sabores únicos. E os Chardonnays do Novo Mundo, frutados e bem gordinhos, vão cair super bem.


Vai fazer fondue? Dicas de vinhos e harmonização

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Frio e fondue, quer coisa que combina melhor? Só se for com uma taça de vinho!

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Se tem um prato que nesta época do ano dá as caras mais do que nunca é a fondue. É quase uma relação orgânica: fondue precisa de frio, e o frio precisa de fondue… Isso mesmo, PRECISA!

Mesmo vindo lá da Suíça, já é tão popular no Brasil que a gente nem precisa explicar que se trata de uma panelinha aquecida por um rechaud, na qual uma mistura (geralmente de queijos) é levada à fervura para que espetemos pãezinhos e outros quitutes a fim de cobri-los por completo, né? A imagem chega naturalmente a sua cabeça.

E tem quem opte por comprar fondue pronta, quem gosta de fazer o passo a passo em casa e aqueles que gastam um pouquinho mais e preferem sujar a louça do restaurante. Seja qual for o seu perfil, estamos aqui para isso!

1º Receitas!
Escolhemos as receitas mais tradicionais – queijo, carne e chocolate – e vamos te mostrar como é bem mais simples do que você imagina. Além disso, é muito divertido preparar fondue em casa com os amigos, a família ou a pessoa amada.

Três receitas de inverno: Fondue de Carne, chocolate e queijo

2º Harmonizações
Como dissemos, só uma taça de vinho para deixar qualquer fondue mais gostosa… Mas que seja a taça certa! Qual é o seu tipo de fondue?

Queijos tradicionais – Chardonnay, Riesling ou Merlot
Toda a cremosidade da mistura de emmental, gouda e gruyère ganha toques levemente doces e picantes. Se preferir os brancos, pode apostar num tradicional Chardonnay do Novo Mundo ou um Riesling Spätlese. Caso prefira os tintos, um Merlot e toda maciez que traz ao palato vão casar muito bem.

Queijos fortes – Chenin Blanc ou Champagne
Os queijos de mofo branco, como brie e camembère, ou os de cabra têm sabor pronunciado que certamente acaba influenciando a harmonização. Uma maneira de equilibrar comida e bebida, neste caso, é optar por vinhos de acidez acentuada, como um Chenin Blanc do Loire ou até mesmo um Champagne.

Carne – Bordeaux
Quando fondue de carne é o assunto em questão, acidez e corpo são fatores cruciais para o equilíbrio em boca. Um Bordeaux da margem esquerda, com maioria de Cabernet Sauvignon, terá taninos e acidez deliciosamente perfeitas e ainda vão levar a refeição a outros níveis de requinte!

Cogumelos – Pinot Noir
Quando um fondue de queijo ganha notas umamis dos cogumelos – seja do tipo paris ou funghi -, é preciso procurá-los também no vinho. Além disso, quanto mais frutado, melhor. Pensou em Pinot Noir? Nós também! Ainda melhor se for um da Borgonha.

Bolonhesa – Chianti
Molho de tomate, carne moída, acidez… É certo que um fondue à bolonhesa crescerá muito ao lado de um vinho italiano. Um bom Chianti Riserva terá suficiente acidez para equilibrar e ainda o completará com notas de frutas passadas e toques amadeirados.

Chocolate tradicional – vinho do Porto Ruby
É no fondue de chocolate tradicional que toda a cremosidade e doçura do chocolate ganham o frescor e azedinho de frutas vermelhas. Uau, e não é que pela descrição poderia se passar facilmente por um vinho do Porto Ruby? Eles têm o álcool e a doçura necessários para combater o açúcar da receita.

Chocolate branco – Espumante doce
O fondue feito com o mais gorduroso dos chocolates precisa de acidez extra, além, é claro, de um toque adocicado, para se equilibrar. À taça, um espumante doce, como Asti ou Moscatel limpam o palato e o deixam preparado para a próxima garfada.

Doce de leite – Moscatel de Setúbal e vinho do Porto Tawny
A harmonia do fondue de doce de leite se faz procurando as mesmas notas num vinho (claro, desde que seja de sobremesa!). Pensando por esse lado, Portugal parece ser terra perfeita para isso – isso por ser lar das duas harmonizações ideais, Moscatel de Setúbal e vinho do Porto Tawny.



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