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5 Sugestões de vinhos para harmonizar na sua Páscoa por menos de R$ 50!

sexta-feira, 07 de abril de 2017

Está chegando a hora da tradicional bacalhoada, prato típico da Páscoa que enche os olhos e da água na boca de todos que apreciam o prato. Que tal combinar vinhos com a sua receita? O Sommelier Elias Lima sugere o seguinte: “Se a receita é mais seca, indico um vinho tinto, para dar força ao prato. Se é banhada no azeite ou com algum molho, passa a ser ideal um branco ou um verde”.

Sugestões de vinhos para acompanhar peixes e saladas:

Vinho Chileno Alma Tierra Carignan, garrafa 750ml por R$ 46,90

Uma grande descoberta chilena. O Carignan é um vinho macio, muito fácil de beber, com surpresas agradáveis aos paladares exigentes. Preserva a cultura do Chile e valoriza seu terroir. Excelente custo x benefício.

Vinho Espanhol Toro Loco Tempranillo, garrafa 750ml por R$ 34,90

Toro Loco Tempranillo 2014 é um tinto gostoso de beber, frutado, leve, fresco e macio. Com um estilo diferente da escola tradicional espanhola, esse exemplar foca na expressão da uva, sem qualquer influência de carvalho. Ideal para compartilhar com a família e os amigos, esse grande sucesso de vendas, conquistou os mais diversos paladares.

Vinho Nacional Marcus James Riesling, garrafa 750ml R$ 25,90

Muito equilibrado entre sua acidez e doçura, o gaúcho Marcus James Riesling pode ser harmonizado com carnes brancas, peixes, massas com molhos brancos e queijos suaves.

Receita de Bacalhoada Portuguesa à Moda Brasileira

Como fazer bolinho de bacalhau

Espumante Garibaldi Brut, garrafa 750ml por R$ 24,90

Com aromas encantadores, com toques frutados, lembrando acerola e lima, e um delicado e nítido aroma mineral, o Espumante Garibaldi Brut é ideal para acompanhar canapés, saladas, sopas, peixes leves, frutos do mar, queijos e patês.

Os benefícios do bacalhau para a saúde

Espumante Garibaldi Prosecco Brut, garrafa 750ml por  R$ 32,90

Esse é poderoso! Excelente para uma roda de bate-papo, aquelas de fim de tarde entre familiares e amigos. Combina com canapés, saladas, sopas cremosas, peixes leves, frutos do mar e queijos.

Todas as sugestões você encontra na Av. Mestra Fininha, 1252 no Jardim São Luiz.

Ofertas por tempo limitado. Consulte disponibilidade na loja.

Fonte: Revista Adega / Vinícola Aurora / Vinícola Garibaldi


Em busca do vinho perfeito: dicas para se tornar um expert!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Adega ou geladeira? Tinto ou branco? 16 dicas para escolher bem seus vinhos e saber como preservá-los.

Champanhe e espumante é a mesma coisa? Posso guardar o vinho na geladeira? Por que alguns vinhos vêm com tampa e não com rolha?

Tomar vinho é uma arte, e os especialistas que trabalham com sua produção ou degustação sabem que cada pequeno detalhe interfere no sabor e na qualidade da bebida. Muitas pessoas que a apreciam, no entanto, sabem pouco desses detalhes.

É por isso o sommelier Guilherme Grando, diretor comercial da Villaggio Grando, vinícola localizada na cidade de Água Doce, em Santa Catarina, resolveu algumas das principais dúvidas dos “iniciantes” e respondê-las. Veja abaixo!

1. Aquela bombinha para tirar o ar do vinho, depois de aberto, realmente funciona?
Sim. É uma excelente opção para quem gosta de tomar vinho todos os dias, mas que não toma a garrafa inteira. A bombinha tira o oxigênio da garrafa quase que por completo, evitando o processo de oxidação e mantendo o vinho bom pelo período de 2 a 3 dias. É claro que a cada dia que passa a qualidade da bebida se perde, mas a bombinha ainda é a opção mais viável e barata para quem quer guardar a garrafa aberta.

2. Depois de aberto, quando tempo o vinho dura na geladeira?
A dica é não armazenar a bebida na geladeira, com exceção dos vinhos brancos. Ao gelar o vinho, você está modificando a sensação dos taninos e a acidez da bebida, por exemplo. Para os tintos, isso é bem prejudicial no paladar. A ideia é manter o vinho na adega ou em locais frescos e sem a luz do sol.

3. Qual a temperatura ideal para servir vinho e espumante?
Depende do corpo do vinho, do teor alcoólico, entre outras características. De forma genérica, os brancos e espumantes devem ser resfriados na geladeira e os tintos precisam estar entre 16 e 18 graus. Mas lembre-se de não deixar os espumantes e brancos tão gelados para não se perder alguns de seus aromas e sabores – para isto, o ideal é uma temperatura de pelo menos 6º C.

4. Para que serve um decanter?
Na teoria, a função é deixar os vinhos mais velhos ou sem filtração, para que decante os sedimentos que contêm no líquido. No entanto, ele costuma ser utilizado para arejar os vinhos, fazendo com que se abram os aromas e sabores, provocando uma rápida oxidação em contato com o ar. Isso faz com que o vinho mostre de forma mais rápida algumas características que só seriam possíveis com o passar do tempo. Mas é importante saber que não é a mesma coisa do que deixar a garrafa envelhecer na adega.

5. Qual é a função do corta-gotas?
Essa foi um ótima invenção para não sujar toalhas e roupas! O corta gotas proporciona um melhor fluxo do líquido e impede que ele pingue ao final de cada taça servida. É um objeto muito funcional.

6. Por que manter o vinho deitado e o espumante em pé?
Ambos devem ficar deitados. A rolha precisa estar sempre em contato com o líquido para não fique ressecada e, assim, evita a entrada de ar, a oxidação do produto e até mesmo o vazamento da bebida.

7. Espumantes tem prazo de guarda? Ou devo comprar sempre a safra mais atual?
Depende do processo no qual foi produzido. A maioria dos espumantes é feito para consumo rápido. No entanto, alguns são feitos pelo método “champenoise”, podendo evoluir e melhorar muito ao longo dos anos. É sempre bom ler os rótulos.

8. Para guardar vinhos, é preciso ter uma adega em casa? Quais as condições mínimas?
Uma adega é a condição ideal de umidade e calor para armazenar vinhos. Mas, se você não tiver uma adega, não se preocupe. Procure um local fresco e sem luz do sol. Lembre-se que a principal condição é não ter variações grandes de temperatura, como é o caso das cozinhas, por exemplo.

9. Como saber se as “bolhinhas” do espumante são CO2 ou provenientes de um processo natural?
Quando as leveduras se alimentam do açúcar natural da uva, elas são transformadas em álcool, calor e gás carbônico. É esse gás que chamamos de “perlage” ou “borbulha” dos espumantes. Geralmente, quando estamos apreciando um espumante bem elaborado, sua perlage é fina, intensa e contínua, diferente de uma borbulha larga de gás injetado, como em refrigerantes, por exemplo.

10. A adição de gás carbônico ou de açúcar pode fazer mal à saúde?
Estes processos tiram a naturalidade do produto e comprometem a qualidade final da bebida.

11. O que muda entre frisante, asti, espumante e champagne?
O frisante é um vinho com certa quantidade de gás, muita vezes injetado. O asti é, na realidade, um processo em que se fermenta em autoclave o mosto, produzindo em único processo o vinho espumante. Já o espumante é quando fazemos primeiramente o vinho base e, depois, a espumatização, que pode ser feita em autoclave (método charmat) ou na garrafa (método champenoise ou tradicional). Já o champagne é o termo que usamos para os espumantes feitos em método champenoise dentro da região demarcada de Champagne, na França, com as uvas chardonnay, pinot noir e pinot meunier.

12. Qual a diferença entre icewine e late harvest?
O icewine é produzido a partir de uvas congeladas pela neve em temperatura e condições climáticas pré-determinadas. Apenas congelar as uvas para depois vinificá-las não faz de um vinho um icewine. As duas regiões mais famosas por essa bebida são Alemanha e Canadá. Já o Late Harvest, ou Colheita Tardia, pode ser feito sob vários métodos e em diferentes regiões propícias. Sua principal característica é que é feito com uvas deixadas nos vinhedos para supermaturação. São uvas colhidas geralmente em processo de pacificação, concentrando assim sua doçura, corpo e aromas.

13. É verdade que os brancos não são vinhos de guarda?
Geralmente sim. A maioria das regiões do mundo não consegue produzir vinhos brancos com características que o permitam evoluir. Porém, algumas vinícolas tem exemplares feito há vários anos e que melhoram com a idade.

14. Por que a altitude é boa para os vinhos?
É ela que determina e cria as condições climáticas que favorecem o cultivo. Os fatores que fazem do local um grande e potencial terroir para uvas, são a amplitude térmica, os invernos rigorosos e os verões quentes, sem chuva em épocas de colheita.

15. O que faz com que uma safra seja boa?
Precisamos de invernos rigorosos, verões quentes e secos e chuvas fora da época de maturação. A safra precisa de um ciclo de estações bem definidas e quase perfeitas.

16. O que é melhor: rolha ou screwcap?
Dizem que o enólogo avalia seu vinho pela rolha. Se não se economiza na rolha é porque o vinho merece. A rolha de cortiça permite a evolução e micro-oxigeranação para que o vinho possa melhorar com o tempo. Já o screwcap deixa o vinho totalmente vedado. No que se refere à vedação, o segundo é melhor. Mesmo assim, ainda preferimos a rolha, sem dúvidas.

Fonte: Consumidor Moderno


2 vinhos brasileiros de até R$45 que estão entre os 100 melhores do mundo

segunda-feira, 27 de junho de 2016

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Você gosta de vinho? Muitos adorariam entender um pouco mais sobre o assunto, e muitos acreditam que bons vinhos custam caro e são importados, mas isso não é verdade. Saiba que dois melhores rótulos do mundo são brasileiros e custam menos de 45 reais.

Eles figuram na lista dos 100 melhores vinhos do mundo, segundo ranking realizado pela Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores (WAWWJ).

Claro que existem casos em que vale o investimento, como o champanhe Charles Heidsieck Blanc des Millénaires, safra de 1995, que foi eleito o melhor do mundo pelo ranking e custa entre 250 reais e 350 reais, fora taxas de importação. No entanto, esse não é o caso dos nacionais. As bebidas brasileiras ranqueadas custam menos de 45 reais e podem ser encontradas aqui na Center Pão.

O Aurora Espumante Moscatel, que conquistou o 56º lugar, custa R$ 37,90.

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No 65º lugar, o rótulo Aurora Reserva Merlot 2011 sai por R$42,69.

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Que tal experimentar esses sabores? Vale lembrar que o Ranking Mundial de Vinhos é elaborado com base nos resultados de concursos nacionais e analisa as Sociedades Vitivinícolas e os vinhos de cada país. Foram avaliadas 650 mil bebidas.


Saiba como montar sua primeira adega

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Sommelier dá dicas de que tipo de vinho escolher e quando vale investir em um modelo climatizado.

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Você guarda suas garrafas de vinho na horizontal, como sempre ouviu que é correto fazer. Mesmo assim, ao abrir uma garrafa durante um jantar com amigos, percebeu que o gosto do vinho estava estranho. Pois essa situação é bem comum. Armazenar vinho parece uma tarefa simples, mas não é.

“Há três fatores que fazem um vinho tinto sofrer”, afirma Gabriel Raele, sommelier do Bardega, wine-bar de São Paulo. “Temperatura, luminosidade e vibração interferem na qualidade dos tintos. Ter uma adega climatizada em casa é a melhor maneira de preservar a bebida. Além disso, não é preciso se preocupar com a temperatura do vinho na hora de servir. Ela estará sempre correta, por volta dos 16 graus.”

Para a decisão de que modelo de adega comprar, Raele recomenda levar em conta seu perfil de consumo. Há dois tipos de vinhos: aqueles para consumo imediato, ou quase imediato, que compramos já sabendo quando será tomado; e os chamados vinhos de guarda, que ficam armazenados por mais tempo, muitas vezes para a bebida evoluir dentro da garrafa.

“Se a pessoa pensa em ter vários rótulos de guarda, é bom investir numa adega com mais espaço, com capacidade para, pelo menos, 24 garrafas. Para quem compra apenas para consumo imediato, um modelo entre 12 e 24 garrafas já é suficiente”, diz Raele.

Mas, segundo o sommelier, nem sempre a adega climatizada é necessária. “Se a pessoa tem duas ou três garrafas de vinho tinto, basta tomar alguns cuidados na hora de armazená-las.” É fundamental procurar um local onde a temperatura é mais amena e que fique longe do calor do sol. Guardar a garrafa na horizontal também é importante, para manter a umidade da rolha. “No caso de vinhos tintos que ficam guardados em armários sem climatização, o indicado é levá-los à geladeira durante uma hora antes de servi-los”, afirma Raele.

A adega climatizada pode ser dispensável também para quem tem preferência por vinhos brancos, rosés e espumantes. “Esses tipos de bebidas exigem uma temperatura mais baixa na hora de servir, por isso podem ser mantidos na geladeira de casa.”

Adega recheada

O mais importante na hora de decidir que rótulos ter em casa é procurar ajuda especializada. “A maioria das lojas conta com profissionais prontos para auxiliar o cliente na compra, conforme o gosto pessoal e a necessidade de cada um”, diz o sommelier Raele.

Para quem quer ter um bom mix de bebidas para montar uma adega variada, Raele dá dicas de que vinhos vale comprar. “Dez garrafas é um número bacana para começar uma adega.”

Ela pode começar com:

1 garrafa de espumante

1 garrafa de vinho rosé

2 garrafas de brancos: 1 mais leve, como o Sauvignon Blanc, e 1 mais encorpado, como o Chardonnay (Estados Unidos ou Chile)

2 garrafas de tintos leves: Pinot Noir (Borgonha, Chile ou Nova Zelândia)

1 vinho tinto de guarda: Bordeaux, Brunello Di Montalcino ou Cabernet Sauvignon (Napa Valley, Chile, Argentina ou África do Sul) 

2 garrafas de tintos de médio corpo: Valpolicella (Itália), Priorato (Espanha) ou vinhos do D’Ouro (Portugal)

1 garrafa de vinho tinto encorpado: Malbec (Argentina), Shiraz (Austrália)


Os 3 segredos para armazenar vinhos

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Você tem um vinho especial que quer abrir num dia de comemoração, mas não tem adega para guardar? Ou você quer que um vinho se melhore na guarda e não sabe como? Veja os 3 segredos simples para aprender a armazenar vinhos.

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1- Cuidado com a posição

Acho que você já deve ter ouvido (ou visto) que vinhos devem ser guardados na horizontal. Mas, por quê? Acredite, não é porque fica bonito e diferente. O motivo nem é o vinho, e sim a rolha: mantendo a garrafa deitada, o vinho estará sempre em contato com a rolha, que permanecerá úmida e dilatada. Isso impede que ela diminua de tamanho e o ar entre na garrafa. O entrar do ar, ainda que em pouca quantidade, oxida e estraga o vinho.

2- Temperatura e local

A temperatura que o vinho ficará implica imediatamente no local. Você pode guardar seu vinho numa adega, armário ou numa caixa: o mais importante é que não tenha luz. Tanto a luz solar quanto a luz ambiente atravessam a garrafa e podem alterar o vinho, mesmo dentro de adegas.

Cada vinho tem uma temperatura ideal para ficar. Resumindo, podemos dizer que tintos devem ficar a uns 13 – 17 graus, enquanto brancos pedem temperaturas em torno de 12 – 14 graus.

Mas o problema, na verdade, é a mudança de temperatura. Uma temperatura que fica mudando é pior do que uma temperatura errada que fica constante. Então, tente deixar os vinhos em locais frescos e que não haja variação. Se tiver uma adega, prefira as climatizadas.

E se você tem uma adega só, para guardar tinto e branco juntos, prefira deixar na temperatura do tinto. Ela é mais perto da temperatura ambiente, então o branco mudará de temperatura apenas uma vez: antes de ser servido, quando for resfriado.

3- Período

Daí você decide que, se é tão fácil assim guardar vinhos, vai guardar um por 15 anos! Então, daqui a 15 anos, você abre a garrafa… e resolve que quer me matar.

Para isso não acontecer, já aviso: cada vinho tem um período certo para ficar envelhecendo. Não adianta pegar um vinho que fica perfeito com três anos, e tentar beber com sete. Ele estará oxidado e horrível. Assim como seria desperdício pegar um vinho que fica bom em sete, e beber em três. Respeite o tempo de cada um.

Agora que você viu as dicas, veja esse vídeo com a nossa Sommelière Principal, Jô Barros, e aprenda a armazenar vinhos do dia-a-dia, sem estresse.


10 motivos para beber vinho brasileiro!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Te damos 10 motivos pelos quais você deveria estar bebendo um vinho brasileiro agora!

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1. Vinho tinto brasileiro é mais saudável

Muita gente já sabe que o resveratrol é um polifenol responsável pelo benefício dos vinhos. Seja como um potente antioxidante e antiinflamatório, ou proteger os neurônios e inibir o desenvolvimento de tumores, a substância traz ao vinho um prazer a mais: ser saudável.

Mas por que o vinho brasileiro é mais saudável?

Porque é comprovado que o produzido na Serra Gaúcha é o segundo no mundo com a maior quantidade de resveratrol e, sendo a Merlot uma casta de grande feição pelo sul do país, os vinhos produzidos com ela são os que apresentam maior teor da substância, seguidos pela Tannat e Cabernet Sauvignon.

2. Vinho brasileiro parece do Velho Mundo

Se fosse preciso definir o vinho brasileiro em poucas palavras, é certo que “diverso” estaria entre as finalistas. De modo geral, podemos dizer que a maioria deles se aproxima mais do Velho Mundo do que do Novo (mesmo sendo do Novo Mundo).

Antes que nos pergunte o porquê, explicamos: pela rusticidade, que vem de notas terrosas e animais, além do café que sempre se faz presente, seja ele no aroma, ou à boca, afinal, quer coisa mais brasileira que café?!

Não é raro compararem os vinhos brasileiros com os da Itália. Talvez a influência da imigração tenha sido maior do que imaginamos, né? E quanto mais para o sul, mais parecidos eles são (não só porque é onde tem mais italianos, mas também pelo clima mais frio, que as uvas tanto gostam).

3. Nossos espumantes estão entre os melhores do mundo

Com a contribuição do clima e do terroir, nossos espumantes ficam cada vez mais reconhecidos e bem aceitos no mercado. O blogueiro e escritor Didú Russo, afirma com propriedade: “O segredo é que o nosso espumante tem qualidade e preço baixo, e o consumidor percebe isso. A outra razão é que o exemplo da comparação de qualidade e preço, dos espumantes nacionais em comparação com importados, não tem o mesmo paralelo com os vinhos finos tranquilos, que são caros (os brasileiros finos comuns) quando comparados no mesmo nível de qualidade com os importados.”

A categoria de espumantes é a que mais cresce há anos, bem acima dos demais vinhos nacionais. Aliás, não é todo espumante que recebe elogios sobre qualidade e potencial dos enólogos de Champagne… E o nosso, recebe!

4. Vinho brasileiro tem acidez – bom para o calor, bom para harmonizar

Dizem que o Chile tem altitude, a França tem o melhor dos solos, a Espanha tem o sol que faz seus tintos tão amados. E o Brasil? Se tem algo que marca os vinhos brasileiros, é o frescor… A acidez!

Com o clima temperado, a brisa que vem do litoral e o frio que chega (do nada) à noite, as uvas por aqui amadurecem com leveza. Seja nos brancos ou nos tintos, em vez de frutas maduras, temos vinhos refrescantes, de frutas jovens.

E isso é muito bom! A acidez é uma das coisas mais importantes para os vinhos, principalmente na hora de harmonizar. Sabe quando se diz que um vinho é gastronômico? Quer dizer que ele tem acidez, pois ela é (no mínimo) necessária para combinar com a gordura das carnes, com o leve azedinho dos molhos e os melhores dos acompanhamentos.

Mas não é bom só para comer, não. Esse frescor todo combina muito com o Brasil – pense nas praias, varandas e piscinas; pense no calor dos verões (e dos invernos também, por que não). É ou não é disso que a gente precisa?

5. O Brasil tem um bom terroir!

Ao contrário do que muitos afirmam, o Brasil tem, sim, terroir para produzir bons vinhos. E são, inclusive, bem diversificados, gerando vinhos de vários estilos.

E o chão é um dos nossos trunfos. Grande parte da região sul do país, do Paraná ao Rio Grande do Sul, foi recoberta por derrames basálticos muito antigos. Os solos, então, têm base basáltica com variações de composição em cada área, combinadas a camadas argilosas, arenosas ou graníticas.

Em geral, esses solos (pobres em nutrientes) permitem a penetração das raízes para buscar o que precisam nas camadas mais profundas e limitam a produtividade – isso gera menos uvas, mas elas vêm mais concentradas, com mais qualidade.

Dizem que para dar bons vinhos, as vinhas precisam sofrer, já ouviu falar? É justamente desses terrenos, combinados aos diferentes microclimas do Brasil, que as vinhas precisam!

6. Tem vinho brasileiro para todos os gostos

Vinho branco, rosé, tinto, espumante e até icewine. É mole? E não para por aí, tem de todos os estilos. Tem os mais simples para o dia a dia, tem mais requintado, tem os que fazem jus ao Novo Mundo, tem aqueles que preferem as tradições do Velho, tem premiado, tem leve e fresco, tem encorpado, tem de altitude, tem “natureba”, tem de grandes vinícolas, tem de pequenas, tem de micros e até garagens, tem do sul, tem do nordeste…. Ufa, tem de tudo quanto é tipo!

Qual é o seu? Escolha um e certamente encontrará um vinho para você. Isso sem falar que, atualmente, existem mais de mil vinícolas no Brasil. Alguma delas, apostamos, deve fazer um vinho que agrade ao seu paladar.

7. Todas as regiões do Brasil têm vinho (ou quase todas…)

A maioria delas está no sul, mais especificamente no Rio Grande do Sul, mas isso você já sabe. Apesar disso, temos cultivo de variedades européias e produção de vinhos de qualidade em praticamente todas as regiões do país (com exceção do norte).

No sul, todos os estados entram no jogo. O Rio Grande do Sul é aquele que carrega toda a tradição e peso da vitivinicultura nacional, distribuídas entre as principais regiões – Serra e Campanha Gaúcha -, mas também outras menos populares. Santa Catarina desponta como um dos grandes produtores nacionais, com destaque à Serra Catarinense, principal região para os vinhos de altitude no Brasil, e o Paraná, por outro lado, tem produção ainda recente.

Mais acima, o principal estado produtor do sudeste é Minas Gerais, que começou com uma pequena vinícola em Três Corações e assiste o crescimento do número delas por lá. Se Goiás chama a atenção do potencial de seus terras com uma pequena vinícola em meio ao centro-oeste, Pernambuco e Bahia, às margens do São Francisco, parecem ser os contrarregras (representam um desafio por si só pelo fato de ser uma das poucas regiões a produzir muito fora dos paralelos 30-50, os mais indicados para a videira, isso sem falar nos avanços tecnológicos que representou ao setor).

8. Vinho brasileiro é “alternativo”

Enquanto todos os “enochatos” estão lá, falando de vinhos franceses, espanhóis e italianos, você é o ponto fora da curva. Não que você não possa beber esses vinhos, mas não precisa simplesmente desprezar os nacionais só por isso, né?

Pense nos vinhos brasileiros como aqueles que começam devagar, escondidinhos, joias pouco conhecidas. É como aqueles cantores da Inglaterra que quase não tinham dinheiro ao lançar o primeiro CD (pela internet) e logo esgotam os ingressos para os grandes festivais do mundo.

Qual é a vantagem de conhecer desde já? Quando chegar a hora, e os preços aumentarem, e os vinhos ficarem cada vez mais difíceis de encontrar, você já saberá do que gosta e por que gosta. Nossa dica: aproveite!

9. É o vinho do seu país

Não é questão de patriotismo… Mas é inevitável pensar nisso: cada garrafa de vinho brasileiro que você abre é a melhor maneira que pode incentivar a produção nacional.

E quanto mais gene trabalhando nisso, melhor. Sabe por quê? Porque teremos mais gente comprando vinhos nacionais, mais gente investindo, mais gente estudando e melhorando os processos.

Atualmente, o maior desafio dos vinhos brasileiros é o preço – ainda falta diminuir o custo da produção para que sejamos ainda mais competitivos no cenário mundial. A melhor maneira de ajudar? Bebendo mais vinho verde-amarelo!

10. Vinho brasileiro é bom, simples assim

Foi-se o tempo em que vinho brasileiro era feito exclusivamente com uvas americanas, com processos rústicos e, ainda por cima, eram suaves (levavam açúcar e perdiam as características da uva).

Na década de 1990, com a abertura do mercado nacional aos importados, as vinícolas brasileiras, que se encontravam praticamente em estado de estagnação (assim como todos os outros segmentos da nossa economia), tiveram que correr atrás do prejuízo.

Importamos as variedades européias europeias, modernizamos as nossas vinícolas e aprendemos a fazer vinhos finos. Hoje, passadas mais de duas décadas, já temos qualidade para competir com vinhos de todo o mundo.

Fonte: Sonoma


Harmonização de vinhos com pratos populares

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Para os apreciadores de uma boa comida brasileira que não querem abrir mão de um bom vinho, separamos algumas “provas” de que é possível fazer essa combinação.

Churrasco

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A carne do churrasco, em geral, tem gorduras (é só lembrar da picanha, da lingüiça…) e quando comemos a carne, nossa boca fica “engordurada”. O vinho tem a propriedade – dentre outras – de adstringência. Ou seja, ele “lava” a nossa boca. Por isso, recomendamos vinhos mais “adstringentes” para o churrasco. Além disso, se for um vinho mais tânico, ele vai contrastar com o sal da carne, trazendo um sabor mais gostoso no final da experiência.

Cabernet Sauvignon, Tannat, Nebbiolo, Baga, Petit Verdot, Sangiovese Grosso – são algumas das uvas mais tânicas, devido às cascas mais grossas e sementes maiores.

Hambúrguer

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A uva de origem croata chegou ao Chile e até ao Brasil, mas foi a Califórnia que assumiu como seu lar adotivo. Pensando por esse lado, até que a harmonização de Zinfandel com hambúrguer poderia ser considerada clássica (entra no “hall” das regionais), mas não é todo enófilo que está aberto a beber vinho junto com o prato, muitas vezes considerado simples. Parecem ter nascido um para o outro: hambúrguer e Zinfandel ambos são suculentos, cheios de especiarias e muito saborosos.

Costela ao molho barbecue

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Para combinar perfeitamente com o agridoce do molho barbecue, a opção escolhida é vinhos Carbernet Sauvignon e Merlot.

Feijoada

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Com acidez suficiente para segurar o peso de uma feijoada com todas as carnes que tiver direito, os espumantes são os mais indicados para o prato tipicamente brasileiro (ainda melhor se for um vinho nacional!). Os rosés costumam ter um pouco mais de corpo e estrutura do que os brancos, e por isso são ainda mais adequados.

Coxinha

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Salgadinhos, coxinhas, risoles… Petiscos! Quem é que não gosta? Sempre protagonizando as mesas de happy hour, de aniversário, ou do bate papo no bar. Geralmente são acompanhados de cerveja, mas experimente dar lugar às borbulhas de um espumante brut ou Prosecco. Frescos, leves, com boa acidez para equilibrar a gordura das friturinhas, eles são uma alternativa excelente de harmonização. Pelo menos uma vez na vida, você precisa trocar a boa e velha cervejinha por um espumante na hora dos petiscos.


Aprenda a escolher seus acessórios de vinho

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Se você procurar acessórios para vinhos, vai achar uma infinidade de aparelhos estranhos, de taças com tamanho ajustável até furadeiras com pontas de saca-rolha. Mas o que são e para que servem tantos instrumentos? Beber vinho não deveria ser uma coisa simples?

E é! Mas, mesmo com exageros por aí, alguns utensílios são muito úteis se você quiser aproveitar ao máximo uma garrafa de vinho especial. Listamos alguns acessórios essenciais e explicamos como usá-los, para que você nunca mais olhe para eles como se fossem invenção do Inspetor Bugiganga.

Saca-rolhas

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É o básico do básico, certo? Mas mesmo o básico pode trazer surpresas. Há muitos tipos diferentes de saca-rolhas, que podem te confundir bastante. Independentemente do estilo, a intenção é a mesma: retirar a rolha com facilidade, sem danificá-la.

Há, então, duas coisas que um saca-rolha tem que ter, invariavelmente. A primeira é um passo largo. Você sabe, as voltinhas que tem na parte de metal do saca-rolha? Pois bem: elas devem ser bem espaçadas uma das outras, e não apertadinhas como em um parafuso. Se elas forem muito juntinhas, o saca-rolhas não fixa direito na rolha, e ela pode esfarelar toda (o que será um desastre, pois você não poderá fechar o vinho, além de correr o risco de pedaços de rolha sujarem a bebida).

A segunda dica é que o material seja revestido de teflon, e não de ferro. O ferro enferruja, e o metal não desliza perfeitamente pela rolha. Então, seu saca-rolha deve ser de teflon preto.

Faquinha para remoção da cápsula

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Pois é, a abertura não começa no saca-rolhas. Antes de tudo, é preciso retirar a cápsula que envolve a rolha (que muitas vezes é feita de chumbo). Para isso, você pode usar uma faquinha comum ou uma faquinha de canivete, fazendo um corte abaixo do ressalto maior do gargalo.

Outra opção é usar um corta-cápsulas. Também chamado de “foil-cutter”, o corta-cápsulas é um acessório que tem a forma de um “U”, cuja abertura abraça o gargalo. Pressionado e girado, ele corta a cápsula através de disquinhos de aço existentes na sua base.

Corta-gotas

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Ah, esse é vital para a sobrevivência humana! Ainda mais se você tiver uma mãe ou esposa que é capaz de cometer homicídio se a toalha branquinha ficar manchada de vinho. Não adianta, por mais cuidadosos que possamos ser, uma gotinha acaba escorrendo pela garrafa e vai parar inadvertidamente na mesa.

Para evitar isso, existe o corta-gotas: pequenas folhas circulares de acetato, que são enroladas e colocadas no gargalo, impedindo as gotas de escorrerem. São muito baratas, e alguns restaurantes até oferecem de brinde.

Outra opção são corta-gotas de metal, com um círculo absorvente na parte interna. Basta colocar o círculo na garrafa, e as gotinhas enxeridas serão absorvidas assim que passarem por ele.

Decanter

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Um recipiente de vidro, muito usado por qualquer pessoa que queira preparar um pouco o vinho antes de tomá-lo. Serve para facilitar a retenção de sedimentos do vinho – borra que fica no fundo da garrafa, feita de substâncias que se formam durante o envelhecimento do vinho.

Depois de deixar o vinho repousando, a borra no fundo pode ser separada quando você despejar o vinho na taça, com a facilidade da base larga do decanter, que ajuda nessa separação.
Já a boca larga do decanter serve para oxigenar o vinho. Geralmente, vinhos pedem uma aeração de no mínimo uma hora. Alguns, porém, precisam ser abertos e colocados no decanter por um período de 6h a 24h, antes de serem tomados.

Aerador

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A aerador é um acessório que oxigeniza o vinho instantaneamente, para abrir os aromas e sabores, sem precisar abrir o vinho horas antes de ser tomado.

O processo é simples: o vinho passa por uma abertura que fica menor, diminuindo a pressão e puxando o ar pra dentro do aerador, oxigenando o líquido. A dica é evitar o aerador para vinhos muito maduros, que exigem uma oxigenização mais lenta. Nesse caso, o decanter é mais apropriado.

Alguns aeradores também vêm com um filtro, que prometem fazer o papel de filtrar os sedimentos, substituindo o decanter.

Bombas de extração a vácuo

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Um acessório bem útil para quem não conseguiu beber toda a garrafa e quer guardar o vinho para mais tarde. A bomba de vácuo tampa e retira o ar de dentro da garrafa, impedindo que o oxigênio estrague o vinho, fazendo-o durar mais. Dependendo do vinho, pode permanecer por mais uns 2 dias, sem grandes alterações.

Outra alternativa é uma injeção de gás carbônico dentro da garrafa (também conhecida como winesave).

Adegas climatizadas

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Ao contrário do que muita gente pensa, adegas não são apenas cômodos gigantescos escuros, alojados no subsolo de mansões. Existem adegas pequenas, do tamanho de geladeiras ou micro-ondas, muito práticas para guardar vinhos que exijam mais cuidados.

É um item muito especial, e depende da sua necessidade. Se você possui várias garrafas de vinho caras e está com dor na consciência de deixá-las guardadas em locais inadequados, vale a pena comprar uma adega que conserve a bebida e mantenha tudo na temperatura certa. Mas se possui poucas garrafas, o investimento pode não valer a pena.

Termômetro

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Um item necessário apenas se você for do tipo que exige uma precisão matemática. Serve para ver se o vinho está na temperatura adequada para ser servido. O problema é abrir a garrafa para fazer esse teste – já que, se não estiver na temperatura certa, o vinho precisará voltar aberto para um refrigerador ou coisa do tipo.

Para resolver essa questão, já existem termômetros que medem a temperatura pelo contato com a garrafa, sem precisar abrir o vinho. São digitais, e basta colocar na garrafa para dar a temperatura.

Bolsa de vinho

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Um recipiente para ajudar pessoas que precisam carregar ou deslocar garrafas de vinho. Para uma viagem ou para levar uma garrafa a um restaurante, as bolsas são mais discretas, e algumas possuem proteção térmica para que o vinho não sofra com mudanças de temperatura.

E aí, já decidiu qual acessório vai ter? Comece agora a montar seu arsenal!

Fonte: Fernanda Braite / Sonoma


4 truques para abrir vinho sem saca-rolhas

quarta-feira, 15 de julho de 2015

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É sempre bom ter um vinho em mãos, mas às vezes falta um saca-rolhas e a gente entende. Esqueceu de levar, quebrou, sumiu, enfim… O que não vale é ficar com a garrafa cheia e a taça vazia. Então, confira quatro maneiras de abrir o seu vinho mesmo que não tenha um saca-rolhas.

Puxando com utensílios domésticos

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Encontre um parafuso e um alicate. Quanto mais larga for a rosca (sulcos) do parafuso, melhor.
Gire o parafuso na rolha até que cerca de 1,2 cm fique do lado de fora da garrafa.
Use o alicate para puxar o parafuso: a rolha deve vir com ele. A orelha (a parte fendida usada para arrancar pregos) de um martelo também pode ser usada no lugar dos alicates.

Encontre dois clipes de papel e uma caneta.

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“Estique” os clipes parcialmente, deixando a parte em forma de U intacta.

  • Insira um dos pequenos Us na garrafa entre o vidro e a rolha (pode empurrar a extremidade maior do U com um outro objeto) até que a extremidade livre do U esteja abaixo da rolha.
  • Gire o clipe a 90 graus, de modo que o gancho penetre a cortiça quando você puxá-lo para cima.
  • Repita no lado oposto da rolha usando o segundo clipe.
  • Desencurve os dois Us maiores e torça as pontas algumas vezes. Insira um utensílio apropriado (cabo de uma colher, uma caneta, lápis, etc) sob os fios torcidos. Deslize os dedos sob o utensílio, mantendo o metal torcido entre o seu dedo médio e anelar. Puxe a rolha lentamente.

Empurrando a rolha

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Empurre a rolha para baixo usando uma vareta longa, uma agulha de tricô grossa, um recipiente cilíndrico de batom ou um afiador de facas. Aponte a boca da garrafa para longe das pessoas como prevenção no caso do vinho espirrar.

  • Como alternativa, você pode usar uma chave para empurrar a rolha, mas a técnica é um pouco diferente. Coloque a chave entre a rolha e o boca da garrafa, o que irá liberar a pressão gradualmente. A expansão da chave forçará, eventualmente, a rolha sair da garrafa.

Usando o martelo

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  • Encontre 5 pregos longos, um martelo e mãos fortes.
  • Faça, com a ajuda do martelo e com suavidade, uma fila de pregos na rolha, mantendo-os em próximos uns dos outros.
  • Use a orelha do martelo e seu polegar como um ponto de alavancagem.
  • Puxe a rolha cheia de pregos da garrafa.

Dia da Pizza! Aprenda a harmonizar vinhos com pizza

terça-feira, 07 de julho de 2015

Comer pizza é praticamente um hábito semanal de boa parte dos brasileiros, principalmente nessa época mais fria do ano. Então, nada melhor que associar a um bom vinho.

Listamos seis sabores de pizza e tipos vinhos para acompanhar.

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Pizza de Mussarela – Merlot ou Chardonnay

Se prefere os tintos, vá para um Merlot da Serra Gaúcha; se prefere os brancos, o ideal é um Chardonnay mais encorpado e com notas amanteigadas.

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Pizza de Atum – Vinhos Rosé

Vinho rosé, com corpo e estrutura de um tinto, mas notas frescas de um branco, o atum tem sabor forte e não é nem um pouco leve.

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Pizza de Quatro Queijos – Pinot Noir ou Espumante

Gorgonzola, parmesão, mussarela e catupiry. É dessa intensa e harmoniosa combinação que nasce a pizza de quatro queijos. Pinot Noirs que não passaram por madeira são o tintos ideais; agora, tente com um espumante e verá como a borbulha deles limpam o paladar como nenhum outro vinho.

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Pizza de Rúcula – Sauvignon Blanc

É a mais leve das pizzas. Seus toques herbáceos se sobressaem a qualquer outro sabor – mas, claro, sem deixar de ser uma pizza. Leveza, notas herbáceas, acidez…

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Pizza de Frango com Catupiry – Vinho rosé ou Pinot Noir

Os vinhos rosés são perfeitos, assim como são os Pinots. Corpo leve e boa acidez são duas características que acompanham os dois – e são mais do que necessárias para uma harmonia perfeita.

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Pizza de Palmito – Chardonnay

Quando ao queijo da pizza o palmito se funde, fica ainda mais macio do que já é por natureza. E o ingrediente, levemente salgado, domina o prato com seus sabores únicos. E os Chardonnays do Novo Mundo, frutados e bem gordinhos, vão cair super bem.



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